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domingo, 7 de dezembro de 2014

07/12/2014
FESTA DA INCLUSÃO!

“SOMENTE A SOLIDARIEDADE PODE VENCER A SOLIDÃO!”, CONCLUÍ EM MEU DISCURSO



Como representante do MOVIMENTO TR3S CORAÇÕES SEM DEGRAUS, refleti ao lado de minha mulher, Regina, um pouco da minha própria história, e assim construí meu discurso, alinhavando minha experiência de vida e profissional, com a história do Movimento:

Nascido em uma família de imigrantes árabes, muito cedo convivi com a luta de meus pais libaneses para se incluírem em uma nova cultura, pais que lutavam para aprender uma nova língua e, ao mesmo tempo, preservarem sua identidade e seus valores. Sensível a essa vivência que me diferenciava dos outros, percebi a importância de ser aceito, especialmente quando as diferenças mais ameaçam e afastam que aproximam. Felizmente, a solidariedade, o acolhimento e a amizade de muitos, foram elementos-chave para que meus pais, assim como outras famílias de imigrantes, pudessem sobreviver em Três Corações. Então, aprendi a importância do outro no atendimento de nossas necessidades, assim como a aceitação amorosa das pessoas nas nossas diferenças.

Na minha juventude, foi na igreja que encontrei aquilo que me parecia mais familiar em minha vida: a importância de ser incluído. E, mais tarde, escolhi como profissão a medicina, e mais especificamente, a psiquiatria: foi aos excluídos, às pessoas com deficiências mentais, àqueles que não conseguem ser entendidos, paralisados em seu desenvolvimento e impossibilitados de enxergar a realidade, que escolhi para conviver e tratar. E, apesar de estar munido de estudos e do avanço dos recursos medicamentosos, também aprendi que nada disso adiantaria se eu realmente não utilizasse aquilo que de mais precioso aprendi na experiência com meus pais: a empatia com o sofrimento do outro, a identificação com as deficiências do outro, e a aproximação sem preconceito, que abrem portas a uma relação que pode dar voz e identidade às pessoas que sofrem.



Procuro ensinar a meus alunos, que o bom médico é aquele que sabe auscultar, mas também sabe escutar o coração de seus pacientes. E mais, digo também que só aquele que um dia foi escutado, aprende também a escutar. Então, ser escutado tem relação direta com a valorização do que é dito. Seja no balbuciar de um bebê, seja nos pronunciamentos que são feitos, como agora. Talvez, dos males o maior, seja aquele que tem origem no desaprender a falar: desaprendemos a concatenar o sentimento e a palavra, pra aprender a falar o que acreditamos que o outro quer ouvir. Assim nossa linguagem não é muito diferente da linguagem de um esquizofrênico, desagregada, ou de uma pessoa com deficiência intelectual, pobre no seu conteúdo. Repito aqui, mais uma vez, o que ouvi de Rubem Alves em minha primeira aula de mestrado: “é preciso esquecer o aprendido pra aprender o esquecido!”. Ele nos falava da linguagem das emoções, própria das crianças, que “esquecemos”, e teve seu lugar ocupado pelo formalismo e pelo fanatismo. Reprimimos as emoções porque tememos sua verdade, nos tornando autômatos no lugar de autônomos.

Bem, mas porque estou dizendo tudo isso? O Movimento Três Corações sem Degraus, nasceu e vive da identificação que temos com o tema da exclusão. Foi quando dei voz ao jovem Maycon Emerson, autor do blog “Vida de Cadeirante”, convidando-o para ler sua mensagem em nossa Câmara Municipal, que ele pode gritar: “Três Corações, levanta-te e anda!”. Naquela noite estava ali o Cristo, personificado em nosso companheiro, e pedindo por seus direitos, vilipendiados na rotina tosca de uma cidade de ouvidos áridos. Ali nascia este grupo que há quase dois anos luta pelos direitos das pessoas com deficiências e mobilidade reduzida, pedindo respeito às diferenças e que se diminuam os abismos das desigualdades. De lá para cá muitas ações se concretizaram, projetos de leis, representações ao Ministério Público e à Procuradoria Municipal, programas de rádio, entrevistas na TV, a pactuação de 24 municípios ao programa federal Viver sem Limite, participação em fóruns, seminários e palestras e, sobretudo, a construção permanente de uma Cultura de inclusão. Semanalmente nos reunimos para dar voz àqueles que não têm vez. Falamos a mesma língua, a língua dos excluídos, dos marginalizados, dos diferentes, dos estrangeiros. São ações, ora pontuais, ora generalizadas, mas sempre perseverantes e tenazes.

O Movimento então se fez ouvir pela nova UNINCOR. Respondendo às necessidades da Universidade, nosso grupo elaborou um projeto muito ousado, a Universidade Aberta da Pessoa com Deficiência – UNAPED, que hoje celebra aqui, com grande alegria, a formatura de seus primeiros alunos. Tendo acento em três eixos de trabalho – profissional, pedagógico e psicossocial – nosso projeto está apenas começando e já é parte da história de nosso Movimento. Pela sua elaboração e execução temos muito que agradecer, em primeiro lugar à Universidade, que se tornou acessível, no sentido mais amplo dessa expressão, para nos acolher. A nova UNINCOR é uma realidade e em nome de seus diretores, Leandro, Marcelo, Túlio e Gleicione, agradeço a todos que fazem parte deste seu renascimento. Em segundo lugar, ao companheiro do Movimento, Renato Brito que, pesquisando, construiu formalmente o projeto. Em terceiro lugar, aos nossos queridos professores – Matheus, Hermes e Pryscilla – que aderiram à nossa proposta e dividiram seu tempo e conhecimento com a fina execução dos três eixos propostos. Em quarto lugar ao GF Supermercados que, mostrando-se alinhados com a modernidade, se esforçam em aprimorar seu rol de colaboradores de forma inclusiva. Em quinto lugar às famílias de nossos alunos, que sabendo a dor da exclusão, não se conformam com os limites de seus filhos, procurando dar a eles novas oportunidades de crescimento.

E, reunindo todas as qualidades acima elencadas, nossa profunda gratidão ao nosso paraninfo desta primeira turma, exemplo vivo de superação, Osmar Santos, que prontamente aceitou nosso convite para estar conosco nesta noite, mas que antes mesmo já apadrinhou nosso grupo com ações concretas de inestimável generosidade.


Finalizando, quero dizer que é muito tênue a linha que divide o existir do desistir: um olhar, uma palavra ou um gesto, podem transformar ou deformar vidas. Nenhuma destas pessoas que hoje estão se formando foi ao nosso Movimento, mas o Movimento foi até elas. E é assim que a vida segue, como um rio, seu curso turbulento, cheio de degraus, num movimento sem fim. Com vocês agora eu volto ao Líbano de meus pais e não existem mais fronteiras – somente a solidariedade pode vencer a solidão –; eu também estou me formando como gente.”





FESTA DA INCLUSÃO!

“APENAS O PRIMEIRO PASSO!”, DIZ O DIRETOR GERAL DA UNINCOR


A formatura da primeira turma da UNAPED (Universidade Aberta da Pessoa com Deficiência), ocorrida na última quarta-feira (03/12) no salão nobre da UNINCOR, foi marcada pela emoção e pela esperança de um futuro diferente, onde se encontram as oportunidades e os direitos.

A Universidade, ao longo destes últimos meses, se vestiu de acessibilidade (rampas acessíveis, pisos táteis, elevadores, sinalização), custeou os professores deste curso, e organizou a cerimônia de formatura, mas, sobretudo, construiu uma Cultura de Acessibilidade, tornando comum entre os coordenadores dos cursos e entre seus alunos uma linguagem inclusiva, que respeita as diferenças enquanto denuncia as desigualdades.

Todo este processo é conseqüente à uma visão inclusiva da equipe que atualmente coordena a nova UNINCOR; sua reitora, a professora Gleicione Aparecida Dias Bagne; o presidente da FCTE, o professor Marcelo Junqueira Pereira; seu diretor geral, Leandro Rodrigues de Souza; e o diretor executivo, o professor Túlio Marcos Romano; todos ali presentes.

Todos os que discursaram foram unânimes em considerar a importância desta realização: Gleicione, experiente ativista da educação inclusiva, destacou o caráter social da Universidade; e Leandro, empolgado, este sim um visionário, falou entusiasticamente das oportunidades que aqueles alunos poderão ali ter; e lamentou, sabendo que esta iniciativa responde a um termo de ajustamento de conduta, que o Ministério Público não estivesse ali conosco. Ele foi aplaudido, ainda discursando, quando incentivou os formandos a se inserirem nos seus cursos de graduação e pós-graduação: “este foi apenas o primeiro passo!”.

Parabéns à Universidade que, na prática, e sintonizados com a modernidade, vem modificando a história da própria educação!





FESTA DA INCLUSÃO!


“PAI, EU AGORA SOU GENTE!”, DISSE UMA FORMANDA À SEU PAI


Aos poucos foram chegando, os formandos e suas famílias: os primeiros vestindo suas becas, confeccionadas para esta ocasião, adequadas às suas diferenças; e os segundos, vestidos para festa, mas sem esconder a emoção que estava à flor da pele.

Fotos e mais fotos. Nervosismo, tensão e timidez, mas, sobretudo, alegria, estampados em pessoas visivelmente adentrando um espaço que, historicamente, não lhes pertencia. Musica solene. Cada um dos formandos tomou seu lugar sob os olhares curiosos, mas orgulhosos, pela coragem em incluir-se.

Clemilson Tavares, um dos formandos, discursou em nome de seus colegas, agradecendo esta oportunidade. Seguiu-se a entrega de diplomas a cada um deles, entregues por mim e pelos representantes do GF Supermercados, Luis Augusto e Fernanda, parceiros neste projeto que têm grande parte dos formandos como seus colaboradores.

Ao fim daquele ritual, todos os formandos ergueram ao céu seus capelos, aqueles chapéus que acompanham as becas, como se anunciassem uma libertação que já está sendo construída. Lembrei-me de uma frase dita, do fundo do coração, por uma das formandas a seu pai: “pai, eu agora sou gente!”.





FESTA DA INCLUSÃO!


“LINDO, LINDO!”, REPETIA O PARANINFO DA PRIMEIRA TURMA DA UNAPED


Somente PESSOAS ESPECIAIS podem se propor a desenvolver a atividade da educação, e mais, da educação inclusiva. Assim, algumas pessoas, muito especiais, fizeram diretamente parte deste projeto. Refiro-me primeiramente aos nossos professores, escolhidos a dedo, por possuírem capacidade técnica e por dialogarem, ao longo de suas vidas, com a educação inclusiva.

São eles: Hermes Ximenes Naves (eixo profissional), Matheus Felipe Souza César (eixo psicossocial), e Adriana Pryscilla Duarte de Melo (eixo pedagógico). Nossos formandos os homenagearam entregando a cada um deles uma placa, reconhecendo sua dedicação e identificação com sua causa.

E, outra pessoa muito especial que se aproximou recentemente do Movimento Três Corações sem Degraus, idealizador deste projeto, e que foi escolhido para ser o paraninfo desta primeira turma da UNAPED, foi o radialista e artista plástico, Osmar Santos que, juntamente com seu fiel assessor Antonio Carlos Araújo (Tonico), se deslocaram para cá para participar e também ser homenageado.

Osmar, sintonizado com todos os momentos da celebração, repetia todo momento: “lindo, lindo!”. E, ao final daquela noite, doou mais uma de suas telas (“Flor do Sol”), ao nosso Movimento, para que fosse revertida na aquisição de uma cadeira de rodas motorizada a um de nossos companheiros. Vale lembrar que Osmar, há pouco, doou uma cadeira de rodas motorizada a outro de nossos companheiros, Fernando (que também discursou nesta noite, agradecendo-o).





“NÃO EXISTE DOR DE CABEÇA NORMAL!”



Dr. LUIZ ANTÔNIO, MÉDICO NEUROLOGISTA, ESCLARECE SOBRE UM TEMA RECORRENTE EM SUA PRÁTICA CLÍNICA

Recebemos, no Projeto Educação + Saúde, neste último encontro do ano o neurologista Dr. Luis Antônio M. Moreira, que veio nos falar sobre “Dor de Cabeça”, suas diversas formas, causas e tratamento.

Para uma platéia cativa, que enfrentou uma forte chuva que antecedeu o evento, Dr. Luis Antônio discorreu durante quase duas horas o que preparou, fruto de sua longa experiência na clínica neurológica, falando, por exemplo, como “é relativamente comum a dor de cabeça associada à atividade sexual”; ou que “existem substancias que podem causar dor de cabeça, ou pelo uso ou pela supressão: álcool, cafeína, nitrato, glutamato monossódico e drogas ilícitas”.

Esclareceu que a dor de cabeça não é sinônimo, mas sim um dos sintomas da enxaqueca: anunciada pelas “auras”, a enxaqueca é uma doença, herdada geneticamente, e cujos sintomas, que incluem fotofobia, fonofobia, osmofobia, e adinamia, entre outros, podem durar até três dias.

E, sobretudo, fez questão de pontuar sua principal contribuição, aquela que ele considera a informação essencial que deveria passar a quem foi assisti-lo, falando sobre uma das principais causas de cefaléia crônica: “há um tsunami na venda de analgésicos! O cérebro vicia no analgésico e produz a dor de cabeça por causa do vício!”. Desta forma, ele condenou a venda aleatória de analgésicos, bem como seu uso indiscriminado, conclamando a que procurem um especialista quando desta necessidade.

Bem, finalizamos mais este ano, realizando até então 15 encontros deste projeto bem sucedido que espero possa ter continuidade nos próximos meses. A todos que nos acompanharam até aqui, profissionais da saúde e participantes em cada evento, um profundo agradecimento de toda a equipe que o preparou com tanto zelo a cada mês.





TEATRO NA EsSA TRAZ A HISTÓRIA DE JACQUES DeMOLAY



“EDUCANDO-SE O JOVEM ESTAREMOS NOS EXIMINDO DA TAREFA DE TER QUE CASTIGAR O ADULTO”


Quem até então se inspirava na mártir francesa, Joana D’Arc, queimada na fogueira por defender sua fé, também pode render seus tributos a outra vítima de semelhante fim, o também francês Jacques DeMolay, expedicionário das Cruzadas e patrono da Ordem DeMolay, uma organização de jovens (12 a 21 anos) que, ao redor do mundo, pregam e vivem a lealdade, honestidade e o amor fraterno, e que têm por meta o comportamento virtuoso cujas referências são: “o amor filial, a reverencia pelas coisas sagradas, a cortesia, o companheirismo, a fidelidade, a pureza e o patriotismo”.

Neste fim de semana, para contar um pouco da história dos cavaleiros templários e, conseqüentemente, de Jacques DeMolay, a “Ordem DeMolay do Capítulo Humberto Martins”, de nossa cidade, elaborou, capitaneados pelo competente ator carioca John Vaz, a exibição de uma peça de teatro, encenada no auditório da EsSA.

Muito bem representada por seu ator principal e acompanhada pelos jovens daqui, com criatividade na utilização de recursos cênicos, ao final, ainda fomos brindados com um trecho de uma peça sobre a Inconfidência Mineira, e a promessa de sua futura exibição por aqui.

A Ordem DeMolay tem proximidade de princípios com a Loja Maçônica, e representam a meu ver, um oásis na formação de nossos jovens, tão carentes de referências seguras na atualidade.

Obrigado pelo convite e parabéns pela iniciativa!





NUCLEO DE ATIVIDADES FÍSICAS DA TERCEIRA IDADE CELEBRA O NATAL



GRUPO QUE SE REÚNE ÀS SEGUNDAS, QUARTAS E SEXTAS, NO GINÁSIO PELEZÃO, SONHA EM CONSTRUIR SUA SEDE PRÓPRIA


Como de outras tantas vezes, quando esse pessoal do NAF se encontra, ocorre uma verdadeira prova de amor ao próximo e à vida. Não foi diferente desta vez, neste fim de semana, quando comemoraram mais um ano de atividades festejando o natal, com direito a encenação do nascimento de Jesus, coral, comes e bebes.

Infelizmente, mesmo atendendo ao convite de seu presidente, José Vicente Filho, cheguei atrasado ao evento, mas ainda em tempo de ver uma parte das apresentações e para cumprimentá-los por tanta vivacidade, e por serem um exemplo de superação das adversidades e limitações que a própria idade nos impõe.

No ginásio Pelezão, repleto de seus familiares, e dirigidos por sua coordenadora, a fisioterapeuta Isis Mara Couto Teixeira Tavares (a querida Zizi), e pela psicóloga Evandra Lídia Martins (que faz ali, há alguns anos, um trabalho voluntário baseado em dinâmicas de grupo), nos despedimos de mais um ano, como deve ser, celebrando a vida!






1.   Selfies da Semana


1.   Com Dr. Roberto: freqüentemente, me reúno com este meu companheiro de trabalho na FHEMIG, para discutirmos questões da política local. Em particular, oriento-me por suas observações sobre a saúde em nossa cidade, ele que atua no serviço municipal e estadual de saúde, tem dado valiosas contribuições à minha prática política.

2.    Com Patrícia: quando testemunhei sua alegria na formatura da 1ª Turma da UNAPED. Estive com ela quando estava deixando a APAE, após quase trinta anos ali, para arriscar-se a trabalhar num “emprego com carteira assinada”, no GF Supermercados. E, agora, mais de um ano depois, estive novamente com ela, formando-se neste primeiro curso de extensão oferecido pela UNINCOR às pessoas com deficiências. 

3.   Com Elisamara: quando fui entrevistado para o programa Cidade em Revista, da Rádio Tropical, falando sobre dois temas diferentes; convidando nossa cidade à participar da formatura da UNAPED na UNINCOR; e convidando para assistirem ao Dr. Luiz Antônio M. Moreira falar sobre “dor de cabeça”, em nossa última edição do Projeto Educação + Saúde, na Escola do Legislativo.

4.   Com Osmar: quando ele esteve em nossa cidade para ser o paraninfo da 1ª Turma da UNAPED, e solidarizou-se com a luta do Movimento Três Corações sem Degraus, doando-nos uma de suas telas (“FLOR DO SOL”), para ser revertida na compra de uma cadeira de rodas motorizada para um de nossos companheiros do Movimento. 

5.   Com Tonico: o fiel escudeiro de Osmar é também o seu porta-voz, e foi com ele que nos comunicamos em todos os momentos para viabilizar a vinda do radialista e artista plástico a nossa cidade. Foi também dele a idéia da doação da tela de Osmar para ser ‘leiloada’, quando se mostrou sensibilizado por uma história que lhe contei de um de nossos companheiros.

6.   Com Zezinho e Flavinho: encontrei-me com os dois numa das esquinas de nossa praça central, e até poderia dizer, numa das esquinas da vida, pois muitos assuntos nos seguraram por ali. O primeiro, repórter da “Rádio Tropical”, o segundo, editor do jornal “Folha Tricordiana”, imaginem o quanto e sobre o que conversamos! 

7.   Com Ana e Rosangela: ambas, feirantes em nossa cidade solicitaram-me que mediasse uma solução junto à nossa Prefeitura, para que conseguissem, elas e outros feirantes, um local para guardarem suas barracas durante a semana.

8.   Com Nayane: também na feira, a jovem que ali vende bolos e salgados, pediu que eu divulgasse seu trabalho e seus telefones (8702.7466 e 9176.6747) para quem se interessasse em adquirir seus produtos.


2.   Estive reunido com Paulo, representante da COPASA, pedindo-lhe esclarecimentos sobre uma situação que está afligindo alguns moradores da Colônia Santa Fé.

Atualmente, estão sendo colocados naquele local, aproximadamente 129 pontos de ligação para futura instalação de hidrômetros. Os moradores dali estão confusos quanto ao futuro de suas responsabilidades frente a esta instalação e quanto a seus direitos.

Paulo esclareceu que, antes da colocação dos hidrômetros, uma reunião será feita com os moradores e com a direção da Colônia, para dirimir-lhes as dúvidas, e que, juridicamente estão sendo estudadas todas as possibilidades.




3.   Em nossa Reunião de Comissões desta semana, recebemos a presidente do IPRECOR, Fani Moura, bem como sua contadora, para nos esclarecer sobre um projeto que abre crédito adicional a esta autarquia, e que deverá ser votado nesta semana em nossa Câmara. Fani, sempre muito dedicada e diferenciada em seu trabalho, falou de seu esforço para regularizar as pendências dali. Contou-nos que já foram viabilizados seis parcelamentos de dividas que nossa Prefeitura tem para com aquele órgão.




4.   Infelizmente, em nossa cidade, mesmo após vivermos um período de estiagem de águas, ainda não construímos uma cultura de preservação como deveria ser. Nem se vêem medidas punitivas para os casos abusivos.

Mais uma vez flagrei pessoas lavando calçadas como se não tivéssemos com o que nos preocupar. De igual modo, já flagrei pessoas lavando calçadas mesmo sob chuva, o que me parece um profundo caso de desrespeito para com a coletividade.






SESSÃO ORDINÁRIA


Em 01/12/2014, realizamos nossa 37ª Sessão Ordinária, com a seguinte pauta:

EM 2ª E ULTIMA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO

1.     Projeto de lei complementar que dispõe sobre abertura de via no “Parque Municipal Dondinho”, e dá outras providências.

2.      Altera dispositivos da Lei Complementar nº. 0.240/2009, de 19/06/2009, que “Dispõe sobre concessão de direito real de uso de bem municipal”, e dá outras providências.


EM 1ª DISCUSSÃO E VOTAÇÃO

1.     Projeto de lei complementar que Acrescenta dispositivo e dá nova redação às alíneas a e b do inciso I do art. 7º, bem como ao Anexo I e Anexo VI da Lei Complementar nº. 338/2013, de 29/04/2013 que “Dispõe sobre o Parcelamento do solo urbano e o controle da expansão urbana no município de Três Corações e dá outras providências”.

2.     Projeto de lei ordinária que Autoriza a realização de Convênio e/ou Termo de Cooperação Técnica entre o Município de Três Corações e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, com a interveniência do Programa Estadual de Defesa do Consumidor – Procon/MG e dá outras providências.



PALAVRA FRANCA


Pontuei, em nossa Palavra Franca, alguns itens:

1.   Comuniquei aos vereadores, em especial à Mesa Diretora, a título de registro, que, na sessão ordinária anterior, quando havíamos votado minha Convocação à Secretária Municipal de Saúde para, em plenário, esclarecer sobre denúncias feitas ao CAPS de nossa cidade – REQUERIMENTO REPROVADO por 4 votos a 1 –, o fizemos contrariando nosso próprio Regimento Interno que prevê em votações como esta um maior quórum de vereadores (maioria absoluta), e não como ocorreu (maioria simples). Nesta semana estavam ausentes quatro vereadores.

2.   Nesta sessão foi feita uma moção de pesar à família de Tadeu Bonésio: então, propus que fizéssemos uma homenagem ao Hospital do Câncer de Barretos e à equipe que o representa em nossa cidade. Tadeu e muitos outros tricordianos foram e são tratados neste serviço que prima pela excelência, sendo referência em todo o Brasil.

3.   Fiz um convite a todos os vereadores e ao público presentes para que comparecessem à formatura da 1ª Turma da UNAPED na última quarta-feira (03/12 – Dia Internacional da Pessoa com Deficiência), na UNINCOR. No dia compareceram apenas as vereadoras Regina e Edna Mafra.

4.   Também, reiterei outros dois convites para, na última quinta-feira; participarem da Audiência Pública que discutiria o contrato com a COPASA, depois que foi aprovada em nossa Câmara autorização para conveniamento municipal com o Estado para prestação destes serviços; e para estarem conosco na última edição do Projeto Educação + Saúde, quando ouvimos o neurologista Dr. Luiz Antônio M. Moreira, falando sobre ‘dores de cabeça’.


Por uma infeliz ‘coincidência’, estes dois eventos foram marcados num mesmo dia e hora, quando tive que optar por aquele organizado por mim, já agendado desde o início deste semestre.


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