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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

NÃO DEIXE O SILÊNCIO FALAR POR VOCÊ



“A política é uma arte, mas os políticos,... são uma †%êMNYZ!”

AUSTREGÉSILO DO ATAÚDE


Estamos às vésperas da eleição que definirá a próxima Mesa Diretora de nossa Câmara Municipal: presidente, vice-presidente e secretário. A eleição é aberta e está marcada para acontecer em nossa próxima Sessão Ordinária (22/12), às 18h00min.

Esta eleição deveria ser antecipada por debates políticos, idéias e projetos, mas ao contrário, mais uma vez, está ofuscada pelo fisiologismo partidário e pela ambição desmedida: voracidade é vocação!

Há uma sanha de poder que assassina o processo. Aliás, em nossa Câmara, e acredito que em muitas outras, todo o processo legislativo está comprometido e submetido a interesses pouco claros de uma meia dúzia – ou dúzia e meia – que não compartilham os interesses da cidade.

Falta política! Sobram políticos! É difícil descrever em poucas linhas o que vivenciei nestes dois anos à frente de meu mandato de vereador, mas é importante que se diga que a necessária mudança tão esperada quando da renovação de nossa Câmara não aconteceu. Herdamos e estamos perpetuando um processo legislativo crônico.

O que existe é uma profunda imaturidade política, na qual o diálogo se restringe a dizerem os dois outros candidatos à presidência que o Prefeito lhes concede a preferência, tal quais duas crianças que disputam o amor do pai: Ele gosta mais de mim! Não, é de mim que Ele gosta mais!

Essa imaturidade se reflete na ausência da necessária independência que deveriam ter tanto o Legislativo quanto o Executivo. Perpetua-se assim a imaturidade da população que, distante e atônita, assiste imobilizada essa infeliz e infantil competição.

E, por sua vez, essa imaturidade da cidade, pode ser sentida nas condutas assistencialistas e alienadas que sustentam a corrupção, o analfabetismo político e, mais que tudo, a desesperança.

O que poderia mudar esse quadro? Apenas o envolvimento da população! Se as pessoas deixassem o aparente conforto de quem ocupa a posição de assistidos, e se engajasse nesta e em outras disputas semelhantes, aí sim esse jogo de damas, na qual ‘um come o outro’, poderia se assemelhar a um jogo de xadrez, tático, estratégico, pensado.

E lembrem, estamos delegando a alguém o gerenciamento de contas de um orçamento anual de cerca de cinco milhões, e mais, novamente tendo a oportunidade de gritar, agora, às margens do Rio Verde: Independência ou Morte?

Dia 25 é dia de presentes! Mas, dia 22, é dia de presença! Compareça à nossa Sessão que elegerá a próxima Mesa Diretora da Câmara Municipal, e compartilhe, participe, interfira, neste processo!


Ou você ainda acredita em Papai Noel?

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